Maceió traça diferenças entre turista de eventos e de negócios

Foi lançado na última quinta-feira (12), em Maceió, um inédito estudo do perfil do turista de negócios da capital alagoana. O prefeito da cidade, Rui Palmeira, participou do evento. De acordo com o Maceió CVB, a cidade que tem a mais bela orla do Nordeste (foto) sediará 39 congressos, convenções ou jornadas até o final do ano.

A pesquisa revela dados sobre origem, idade, renda, tipo de hospedagem prioritária, interesse em atividades turísticas, fator de decisão de viagem, entre outras informações estratégicas sobre esse tipo de turista.

O estudo foi realizado pelo Instituto Brasileiro de Desenvolvimento e Sustentabilidade – IABS, que utilizou uma metodologia inédita no País, trazendo dados separadamente sobre o perfil dos turistas de negócios – que viajam para atender clientes e participar de reuniões, por exemplo – e os turistas de congressos – que viajam por conta de congressos e convenções das mais diferentes áreas, como saúde, economia, educação, entre outras.

Segundo a superintendente do Maceió CVB, Danielle Novis, a pesquisa servirá de contribuição tanto para órgãos públicos como para empresas do segmento de eventos. “Queremos começar a construir uma série histórica de avaliação dos clientes e subsidiar empresas através do perfil desses turistas, um público diferenciado, formador de opinião e, assim, entender as exigências e retribuir com serviços de qualidade”.

A consultora Marcela Pimenta, que coordenou o estudo, explica que uma revelação da pesquisa é que 93% dos entrevistados têm interesse na atividade de gastronomia. Cerca de 20% deles realizam atividades ao ar livre.

Outra informação interessante é que, em relação à hotelaria, esses turistas se preocupam mais com a quantidade de tomadas em bom funcionamento no quarto do que com a vista exterior, por exemplo. Isso aponta uma grande diferença de perfil em relação ao turista de lazer que, basicamente, chega a Maceió em busca de sol e mar.

“De forma geral, os turistas de negócios têm um bom poder aquisitivo (65% têm renda acima de R$ 10 mil), alto grau de exigência em relação à prestação de serviços e autonomia na decisão sobre sua própria viagem, podendo estender ou não sua estadia na cidade, a depender do que ela tem a lhe oferecer”, explica o secretário de Turismo de Maceió, Jair Galvão.

 

Fonte: Blog E- Turismo | Tribuna do Norte

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